estava aqui pensando com meus botões ao ver o processo seletetivo para portadores de dimplomas na UFG...
eu já vi que os cursos de música no geral exigem uma prova de conhecimentos básicos específicos, mas nunca parei para problematizar isso....\
ao pesquisar, vi que isso é muito comum, porque a função da graduação em música, diferentemente de outras licenciaturas, não é começar do zero, e sim aperfeiçoar a prática com a teoria da área...
isso é muito curioso, porque fiquei pensando o quanto isso é excludente... fo ponto de vista material, para uma pessoa ter condiçoes de adentrar os cursos já minimante alfabetizado na linguagem musical, claramente necessita de um investimento desde berço, o que tenho certeza que muitas famílas das classes mais baixas se quer sonham nisso.
acredito que no campo haja um embate histórico e quase inresslutivel...
por que não dá para "aumentar" o curso para poder formar do zero... a classe trabalhadora que entra na universidade não pode esperar 6 ou 8 anos para se formar sem se quer garantia de sobrevivência futura (entendendo o quao o mercado é cruel com os formados)
e ao mesmo tempo, não dá para "diminuir" a carga desna do curso para acolher quem não sabe, por que tolhe a função social da graduação em música (sabe-se la qual seja)
é muito esquisisto
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